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Fazer cartão de crédito vale a pena? Entenda e aprenda a usar

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Antes de fazer cartão de crédito, vale parar pra refletir: para o que você está querendo usá-lo? Dependendo da resposta, você pode estar dando um tiro no pé, pois ter um cartão de crédito à disposição não significa ter dinheiro à disposição.

Quando vale a pena fazer cartão de crédito?

Se o objetivo é ter o crédito como segurança para uma viagem internacional, ou para algum gasto bem específico em que você já avaliou que é vantajoso parcelar, por ex, uma faculdade ou curso, vá em frente. Já se a ideia de fazer cartão de crédito é para ter mais grana à disposição, pense duas vezes, pois a chance de se descontrolar é grande.

E por quê? Porque, se num mês mais apertado, você não conseguir pagar a fatura inteira, SAI CORRENDO PRAS MONTANHAS! Brincadeiras à parte, é aí que muita gente se enrola, no chamado “juros rotativo”.

O que é juros rotativo e quando ele é cobrado ao fazer cartão de crédito?

Leva esse nome a taxa que aparecerá na fatura do mês seguinte se você pagar o valor mínimo ou qualquer valor abaixo do total da fatura. E ela é alta: atualmente, de 295,53% ao ano sobre o que você ficou devendo; 12,14% ao mês! Ou seja, se você deixou de pagar R$ 1.000, no mês seguinte sua dívida será de R$ 1.121,40, e ela só cresce!

5 Táticas pra fazer cartão de crédito e não cair na bola de neve

1. Compare taxas

A informação é o primeiro passo para não se enrolar: DESCUBRA quanto você paga de juros no cartão de crédito e a cada dia no cheque especial e COMPARE entre as instituições financeiras para escolher a melhor. Não são gastos irrelevantes, essas taxas podem pesar no seu orçamento ao final de um ano ou mesmo no fim do mês!

2. Corte o que não usa mais

Mesmo com juros menores, se você gasta mais do que ganha, não há mágica que salve, amigo. Pense, então, em cortar custos que já não fazem tanto sentido: uma assinatura que já não consome, taxas sobre outros serviços, etc.

3. Contabilize ganhos e gastos

Já fez a limpa nas despesas? Agora coloque no papel – ou em um aplicativo, já existem alguns pra isso! – seus rendimentos e gastos mensais. O ideal é fazer um planejamento semestral ou anual que inclua custos sazonais, como presentes de aniversário, matrículas, impostos anuais, etc. Assim você vai saber exatamente quanto pode gastar a cada mês, lembrando que o cartão sempre é pago no mês seguinte ao débito.

4. Planilhe seus sonhos!

Falando assim, até parece algo muito chato. Mas é importante entender que o dinheiro é um recurso ao seu serviço, e não o contrário. Então decida o que você quer comprar, quais seus sonhos, quanto isso custa e quanto vai precisar economizar por mês ou por dia para chegar lá.

5. Use a regra dos 3 Ps

Ufa! Se você chegou até aqui, tem apenas um último passo para manter sua vida financeira saudável sem abrir mão do que você gosta: evitar gastos impulsivos. Como? A cada item que chamar sua atenção, pare pra pensar nos 3 Ps: eu PRECISO disso? Nossa mente nos engana e pode inventar que sim, por isso a próxima questão: eu PRIORIZO isso na minha vida? Ou seja, até que ponto aquilo é importante pra você? Por fim, se respondeu SIM às outras duas: eu POSSO pagar? Se sim, já contabilize como um gasto e veja como irá compensá-lo, se precisar.

Caí na bola de neve ao fazer cartão de crédito, e agora?

Primeiro, calma e respira fundo. Estamos aqui pra ajudar justamente nesses momentos. Se você viu que não vai conseguir quitar a próxima fatura, isto é, vai ficar devendo NOVAMENTE, considere um empréstimo pessoal online. Isso porque as taxas do empréstimo pessoal online são bem menores, a partir de 2,9% ao mês (40,92% ao ano) aqui na Rebel. Assim, você troca uma dívida pesada por uma mais barata, para de se enrolar e, no caso da Rebel, conta com parcelas que sabemos que cabe no seu bolso porque nosso “robozinho” faz esse cálculo. 😉 Bacana, né? Então vem com a gente!


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